segunda-feira, 20 de outubro de 2014

ÍNDIOS BRASILEIROS

O índio é brasileiro? O índio, deve ficar isolado para manter as suas características ou, assim como qualquer brasileiro deve interagir com a sociedade? Com essas perguntas, iniciamos o nosso debate sobre índios em sala de aula. Em nossa discussão, vimos que além de um profundo desconhecimento sobre os grupos indígenas existentes no país, nutrimos certas noções engessadas sobre eles. O índio, quando vai cursar uma faculdade, se candidatar para um mandato ou participar de algum movimento social para lutar pelos seus direitos, não deixa de ser índio (se assim ele se identificar). 
Bem, inspirada na nossa rica discussão, esta pesquisa extra é sobre os povos indígenas existentes no Brasil antes da chegada dos portugueses.



Na sua pesquisa, você deverá:

1) ESCOLHER UM DOS GRUPOS DEMONSTRADOS NO MAPA ACIMA
2) PESQUISAR A SUA ORIGEM E CARACTERÍSTICAS (LÍNGUA, CRENÇA, OUTROS ASPECTOS SOCIAIS E CULTURAIS, ETC.)
3) ESCREVER COMO ESTE POVO SE ENCONTRA NOS DIAS DE HOJE

OBS: Não esqueça de colocar nome, turma e bibliografia na sua postagem. 

Boa pesquisa!!
  

sexta-feira, 14 de março de 2014

Contos Medievais


Contadores de história na Idade Média

Alunos do 7º ano da Escola Municipal Rosária Trotta,

Depois da grande repercussão da história da Chapeuzinho Vermelho contada em sala de aula, segue aqui um link de acesso para um trecho do livro "O grande massacre dos gatos" (Graal, 1996, p. 21-191) do historiador norte-americano Robert Darnton, que pesquisou esta e outras histórias que os camponeses contavam na Idade Média.
O texto tem linguagem acadêmica e portanto, não é de fácil compreensão para alunos do 7º ano. E não poderia ser diferente, não é mesmo? Mas, para àqueles que quiserem se aventurar, uma boa leitura!

http://www.cefetsp.br/edu/eso/patricia/historiascontosgatos.html

Abaixo, peço que postem as suas pesquisa sobre outros contos medievais. Só não esqueçam de se identificar (colocar o seu nome e turma) e de inserir a bibliografia (o livro ou site de onde retirou a sua pesquisa). Boa pesquisa!!


quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Todos Juntos pela Educação!!



Vídeo feito por alunos da rede municipal, explicando os motivos da nossa greve.

PROPAGANDA DA PREFEITURA NA REDE GLOBO SOBRE O NOSSO PCCS: DIREITO DE RESPOSTA

A violência dispensada, a meritocracia, a aprovação automática, as salas lotadas e quentes, o autoritarismo e a falta de diálogo da prefeitura já são motivos suficientes para mantermos a nossa greve. Porém, como a Prefeitura insiste em afirmar que as “maravilhas” do PCCS apresentado por ela, aí vão alguns esclarecimentos:

O QUE A PREFEITURA AFIRMA
O QUE OCORRE DE FATO
1º) A categoria pediu a aprovação do PCCS no prazo máximo de 30 dias e retomou a greve após 1 dia de atraso deste prazo
1º) O prazo de 30 dias foi solicitado, mas o plano deveria ter sido elaborado através de um GT composto por membros do SEPE. A greve só foi retomada quando o governo Paes apresentou este PCCS.

2º) O plano apresenta avanços para a categoria, equiparando PI e PII com o mesmo valor hora-aula, corrigindo “distorções históricas”.

2º) Primeiramente, a equiparação PI e PII é uma proposta nossa. Segundo, esta “correção” está prevista dentro de um indecoroso prazo de 5 anos!
3º) Quem não quiser ser PEF (professor do ensino fundamental que leciona várias disciplinas do 1º ao 9º ano) poderá continuar como PI ou PII, lecionado apenas a sua disciplina.
3º) Conheço vários colegas que se viram obrigados a sair de escolas que já lecionavam há   anos porque esta virou GEC (ginásio experimental carioca). Para ficar na antiga escola teriam que optar, necessariamente, pela polivalência. Os que escolheram não ficar precisaram “se virar” e procurar outra escola que acomodasse a sua carga horária. Além deste absurdo, pessoal, polivalência não é interdisciplinaridade, é engodo!

4º) O plano não obrigará que professores de 16, 22,5 e 30 horas a migrem para 40 horas

4º) O plano exclui 93% da rede que não possui esta carga horária. Como? O plano prevê a extinção progressiva dos cargos PI e PII, bem como estabelece retaliações salariais a quem não optar por esta carga horária. Sendo assim, temos escolha? Muitos profissionais possuem mais de uma matrícula, fazem mestrado e doutorado, dão aulas em outras escolas e em universidades e não querem ser “exclusivos” da Prefeitura. Além disso, fizeram concurso para esta carga horária e tem direito de nela permanecer.
5º) De acordo com o Plano apresentado pelo SEPE, o professor se aposentaria com 131 mil de salário.

5º) Nossa! Seria bom se fosse verdade. Nós merecemos, certamente. Porém, para chegar a este valor, eles fizeram o seguinte: aplicaram o valor de 5 salários mínimos (proposta do SEPE) ao salário de professor com nível médio 16 horas (detalhe: este cargo não existe na Prefeitura). Feito isso, eles elevaram o salário para o correspondente a um professor 40 horas com licenciatura plena. Não satisfeitos com esta “matemática mágica”, eles misturaram os direitos salariais de funcionários e professores, calcularam duplamente triênios e formação e... Pluft! 131 mil reais e o professor pode se aposentar em algum recanto paradisíaco deste mundo!
6º) O plano prevê a valorização do servidor por formação
6º) De acordo com o PCCS da Prefeitura um professor “qualificado" é aquele que tem mestrado e doutorado em Educação, ou seja, àquele professor que (como eu) optou pelo mestrado e doutorado em sua área de formação não possui “qualificações suficientes” para ser enquadrado por formação. 

Existem vários outros pontos problemáticos no PCCS apresentado prefeitura, apresentei aqui apenas os mais polêmicos.
Mas, diante do exposto, pessoal, fica a pergunta: Se este PCCS é tão maravilhoso assim, por que não discuti-lo com a categoria? Por que aprová-lo às pressas e sem a presença dos profissionais da educação? Assim como muitas outras (onde está o dinheiro do Fundeb, creio que esta pergunta Paes ainda não respondeu...


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Os amores de Napoleão


Bernadine, Josefine, Pauline, Georgina, Maria Luísa... foram muitos os "amores de Napoleão". Mas, nem sempre foi assim. Quando jovem, Napoleão Bonaparte era tímido e inexperiente "nas artes do amor". Sua baixa estatura e seu porte não muito atraente, levavam-o frequentemente a nutrir paixões platônicas. 
O tempo passou, e o general do exército francês e futuro Imperador da França, passou a ter uma impressão mais confiante de si. Partiu muitos corações, mas também encontrou quem partisse o seu.

Alunos do 8º ano, postem aqui as suas pesquisas sobre os "amores de Napoleão". Só não esqueçam de citar a sua fonte de pesquisa, ok?!

Bibliografia: SOUZA, Ranier. "As amantes de Napoleão". Disponível em: http://www.historiadomundo.com.br/francesa/as-amantes-de-napoleao.htm
                  NETO, Lira. "Os amores de Napoleão". Disponível em: http://maniadehistoria.wordpress.com/os-amores-de-napoleao/

CARTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS DE ALUNOS DO MUNICÍPIO SOBRE A GREVE

Há 19 anos que os professores e funcionários de escolas não realizavam uma greve como esta que se encerrou no dia 10 de setembro. 
Há 5 anos, desde que o prefeito Eduardo Paes assumiu, o nosso sindicato buscava, sem sucesso, ser recebido para discutir sobre os rumos da educação pública na nossa cidade. 
Apenas com esta forte e histórica greve de 33 dias, a categoria de profissionais de educação conseguiu ser recebida em audiência para negociar com o governo, que se mostrava autoritário, arrogante e prepotente, nada preocupado com a situação da educação pública.
Foram várias audiências com o governo ao longo desses dias, com ameaças de demissão e corte de ponto, mas a categoria manteve-se firme no seu objetivo de alcançar avanços na construção de uma educação pública de qualidade para os filhos da população carioca.
A paralisação do dia 17 de setembro objetivou a apresentação do Plano de Cargos e Salários (PCCS) a categoria para ser votado na Câmara dos Vereadores. No entanto o Prefeito enviou tal plano sem a participação do SEPE descumprindo o acordo. Além disso, o plano está longe de atingir as nossas reivindicações. Esses seriam motivos mais do que justos para o nosso retorno imediato à greve, porém, em respeito aos alunos e responsáveis e, como voto de confiança ao prefeito, a assembleia decidiu manter as aulas por 48 h, a fim também de esclarecer a comunidade os motivos pelo provável retorno ao movimento.
É necessário ressaltar que a mídia (TV, rádio, jornais, etc.) não tem passado fielmente a real situação da Educação do Município do RJ, mas somente reproduzido a fala do governo, passando a imagem de que os servidores estão reclamando injustamente (“de barriga cheia”). Um exemplo disso é que o salário divulgado pela impressa corresponde a um projeto de professor, denominado Professor de Ensino Fundamental (PEF), o qual ainda não existe na rede.
Devido a tudo isso, na última 6ª feira (dia 20/09/13), os servidores municipais retornaram à greve, já que as negociações não avançaram.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Greve dos profissionais da educação da rede municipal do Rio de Janeiro (agosto-setembro/ 2013)

Na última terça-feira (10/9), os profissionais da educação da rede municipal do Rio de Janeiro decidiram retornar ao trabalho, mas mantendo o estado de greve. Isso significa que retomaremos as nossas atividades, mas ao primeiro sinal de retrocesso por parte do governo (muito comuns nestes tempos em que o legislativo e o executivo se reservam o direito de proibir o direito de manifestação e livre pensamento), a greve será reiniciada.

Nestes 33 dias de paralisação, foram muitos os desafios: ameaças e intolerância das autoridades, a invisibilidade concedida pela grande imprensa ao movimento, a relutância da sociedade em nos apoiar...Tudo isso somado assédio moral praticado por muitos diretores de escolas, a dificuldade de diálogo com alguns colegas (que por temor ou por convicção, não aderiram à greve), à miopia de alguns líderes que insistiam em considerar os "desmandos partidários" maiores do que as "demandas da categoria"... Enfim!  Muitos pensaram, até eu mesma - confesso - que o nosso movimento a qualquer momento, arrefeceria.

Porém, seja pelo "cansaço de engolir sapos" ou por um "salário como dos professores da Finlândia"  (para fazer menção aqui de alguns cartazes que pude vislumbrar nas passeatas e atos que fizemos), os educadores (ou seja, professores, merendeiras, auxiliares de creche, funcionários de administrativos e de apoio) insistiram na luta e redescobriram uma antiga lição que pareciam ter esquecido:  de que era preciso lutar. Embaixo de chuva e de sol, com máscaras do Woody Allen (sim, as máscaras também estiveram presentes em nosso movimento) ou de "cara limpa", os educadores seguiram em frente motivados por um sentimento comum: o direito à educação.

A LUTA DEVE SER CONTÍNUA E COTIDIANA. NÃO DESISTIREMOS. A NOSSA PAUTA É EXTENSA, URGENTE E SE FAZ NECESSÁRIA. 


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