domingo, 25 de março de 2012

Contos medievais


Alunos do 7º ano,

Depois da grande repercussão da história da Chapeuzinho Vermelho contada em sala de aula, segue aqui um link de acesso para um trecho do livro "O grande massacre dos gatos" (Graal, 1996, p. 21-191) do historiador norte-americano Robert Darnton, que pesquisou esta e outras histórias que os camponeses contavam na Idade Média.
O texto tem linguagem acadêmica e portanto, não é de fácil compreensão para alunos do 7º ano. E não poderia ser diferente, não é mesmo? Mas, para àqueles que quiserem se aventurar, uma boa leitura!

http://www.cefetsp.br/edu/eso/patricia/historiascontosgatos.html

26 comentários:

  1. A realidade dos Contos de Fadas: Uma análise social
    Quando ouvimos falar de contos de fadas, pensamos em crianças, histórias sobre princesas, fadas, anões, bruxas, animais falantes, etc. Histórias contadas pelos pais durante a noite, ou nas escolas, histórias que viraram clássicos pela mãos de Walt Disney, contudo tais histórias, a princípio sem nenhum contexto mais importante, escondem um passado sombrio de uma realidade de vida miserável e cruel. Se vocês tem crianças em casa, não contem para eles o que será dito aqui, deixe que a fantasia destes contos os encantem e os alegrem por enquanto.

    Os principais contos de fadas que conhecemos no Ocidente, como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Cinderela, O Pequeno Polegar, O Gato de Botas, Barba-azul, Os contos da Mamãe Ganso, etc, tiveram suas origens em tempos remotos que se perdem na história. Tais histórias se originaram em parte na Idade Média europeia e em outra parte, vieram do Oriente, possuindo diferentes versões, histórias como da Branca de Neve e Cinderela possuem várias versões ao longo da Idade Média até o século XX, de fato as versões da Disney são as mais famosas e conhecidas no mundo.


    No conto de João e Maria (Hänsel und Grutel) tem sua versão mais conhecida pelas mãos dos Irmãos Grimm, já que tal história tem sua origem perdida no tempo. Em suma nesta história as duas crianças, os irmãos João e Maria estão perdidos em uma floresta, o caminho que eles haviam marcado com migalhas de pão, havia sido devorado por um corvo, deixando as crianças perdidas. Vagando pela floresta os dois encontram uma casa feita de doces, onde vive uma velha bruxa, que planejava engordar as crianças para comer-las. Em outras versões, não era uma bruxa mas um ogro, e em outras versões não havia uma casa de doces, mas uma mesa farta em comida, de qualquer forma o vilão sempre procurava devorar as crianças. Sonhar com comida, como já fora visto era um desejo procurado pelas pessoas nos tempos de fome, mas em alguns casos, a cobiça poderia ser traiçoeira.

    Referência Bibliográfica:
    DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos: e outros episódios da história cultural francesa. Rio de Janeiro, Graal, 1986. (Capítulo I: Histórias que os camponeses contam: o significado de Mamãe Ganso).
    Postado por Leandro Raliv às 05:58
    Marcadores: contos de fadas; análise literária; idade moderna.
    tem muito + no site :http://seguindopassoshistoria.blogspot.com.br/2011/02/realidade-dos-contos-de-fadas-uma.html

    aluna:izabelly gomes .turma:1.701

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A realidade dos Contos de Fadas: Uma análise social
      Quando ouvimos falar de contos de fadas, pensamos em crianças, histórias sobre princesas, fadas, anões, bruxas, animais falantes, etc. Histórias contadas pelos pais durante a noite, ou nas escolas, histórias que viraram clássicos pela mãos de Walt Disney, contudo tais histórias, a princípio sem nenhum contexto mais importante, escondem um passado sombrio de uma realidade de vida miserável e cruel.
      Os principais contos de fadas que conhecemos no Ocidente, como Chapeuzinho Vermelho, Branca de Neve, Cinderela, O Pequeno Polegar, O Gato de Botas, Barba-azul, Os contos da Mamãe Ganso, etc, tiveram suas origens em tempos remotos que se perdem na história. Tais histórias se originaram em parte na Idade Média europeia e em outra parte, vieram do Oriente, possuindo diferentes versões, histórias como da Branca de Neve e Cinderela possuem várias versões ao longo da Idade Média até o século XX, de fato as versões da Disney são as mais famosas e conhecidas no mundo.
      Cinderela
      No conto da Cinderela, o seu famoso sapato de cristal se tornou parte de uma das versões deste conto para dá um final feliz a protagonista, que nem sempre vivenciou algo do tipo. A história da Cinderela é bem antiga, versões deste conto foram encontrados na China antiga antes de Cristo, contudo as versões de Perrault, dos Grimm e da Disney são as mais conhecidas e famosas. A Cinderela também pode ser encontrada sob o nome de a Gata Borralheira, a qual narra a história de uma jovem e bonita mulher sofredora que procura a felicidade.
      "Num dos primeiros contos do ciclo de Cinderela, a heroína torna-se empregada doméstica, a fim de impedir o pai de forçá-la a se casar com ele. Em outro, a madastra ruim tenta empurrá-la para dentro de um fogão, mas incinera, por engano, uma das mesquinhas irmãs postiças".Em algumas das versões europeias do conto, a Cinderela era uma jovem que passa a viver com a família da sua madastra após a morte de seu pai, contudo sua madastra e suas três filhas eram mulheres cruéis com a Cinderela, a maltratando com profundo desprezo. Ela passa a viver como uma empregada ou uma serviçal no contexto da época. Tal história procurava retratar a realidade de algumas filhas que passavam a viver com suas madrastas, já que nesta época o indice de mortalidade era grande, sendo assim era comum haver muitos viúvos e viúvas, e nem sempre estes homens e mulheres eram gentis com os filhos de seus cônjuges. Assim, o encremento da fada, do sapato de cristal, do baile, do princípe encantado, se tornou meios para que as mulheres pudessem ter a esperança de que a vida poderia ficar melhor, terem um sonho pelo qual lutar. Em algumas versões da história, a madastra e suas filhas possuem um final bem cruel.
      Referência Bibliográfica:
      DARNTON, Robert. O grande massacre de gatos: e outros episódios da história cultural francesa. Rio de Janeiro, Graal, 1986. (Capítulo I: Histórias que os camponeses contam: o significado de Mamãe Ganso).
      Postado por Leandro Raliv às 05:58
      Marcadores: contos de fadas; análise literária; idade moderna.

      Nome: Juliana nogueira de Souza Turma: 1701 turmo: Manhã
      http://seguindopassoshistoria.blogspot.com.br/2011/02/realidade-dos-contos-de-fadas-uma.html

      Excluir
  2. Parabéns pela pesquisa, Izabelly!
    Inseriu a referência bibliográfica, bem como o site de onde extraiu as informações. É isso aí!

    ResponderExcluir
  3. O Grande Livro das Lendas Medievais
    Publicado em 12/07/2011 por Arte em toda a parte

    As histórias de princesas e cavaleiros da Idade Média povoam desde séculos o imaginário de adultos e crianças neste canto do mundo. Estas lendas correm-nos no sangue e continuam a atrair-nos com o seu mistério e a sua eterna magia. No entanto, a maior parte dos contos que lemos aos nossos filhos não são os relatos originais, e sim fantasias inspiradas nestes. A proposta de hoje é justamente uma visita às lendas medievais dos séculos XII a XVI, algumas das quais se inspiraram em episódios históricos, e que Francesc Miralles reescreveu numa linguagem adequada aos meninos de hoje em dia.
    Acompanhados pelas belas e ricas ilustrações de Adriá Fruitós, deixemo-nos embalar pela Canção de Rolando, pela Canção de Mio Cid ou pela Canção dos Nibelungos. O Grande Livro de Lendas Medievais reúne autores como o francês Chrétien de Troyes, um dos primeiros autores de romances de cavalaria da literatura europeia medieval, ou William Shakespeare, o maior escritor de sempre da língua inglesa.
    Os textos seleccionados incluem o Parsifal, O Cavaleiro do Leão, Robin Hood ou uma colectânea sobre os Cavaleiros da Távola Redonda, e ainda duas histórias de amor imortais, as de Tristão e Isolda e de Romeu e Julieta. As crianças vão ficar a conhecer os nomes das rainhas Genoveva, Brancaflor e Brunilda, das donzelas Lunete e Mariana, do rei Artur, de Carlos Magno e do mago Merlin, ou dos valentes cavaleiros Lancelot, Rolando, Sir Gawain e Galahad, entre tantos outros.
    Deixem-se então conduzir pela voz e pelo alaúde de um trovador, como sugere a Introdução, e mergulhem neste reino encantado onde verdadeiros heróis travam as suas batalhas e nos ensinam as virtudes da coragem, do amor e da amizade.



    Francesc Miralles e Adriá Fruitós, O Grande Livro das Lendas Medievais, Didáctica Editora, 2007 (1.ª Edição)

    Esta entrada foi publicada em Livrário, com as tags lendas medievais, livros infantis, por Arte em toda a parte. Ligação permamente.

    Blog em WordPress.com. | Tema: Duster por Automattic. Fonts on this blog.
    Aluna:Ana Beatriz, 1701
    Um beijinho para todos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Ana Pink!!

      Bacana a sua pesquisa, só tenho algumas coisas a acrescentar: 1) a sua postagem refere-se a uma resenha de um livro "O Grande Livro das Lendas Medievais", que parece bem interessante, mas não traz "o conto em si". A sua postagem, faz uma série de citações, porém, você não pesquisou nenhuma história específica, conforme combinamos.
      2) Creio que depois do meu comentário você queira saber se a sua pesquisa está valendo. Sim, está valendo.

      Beijos e bom feriado!!

      Excluir
    2. Obrigada profª pela dica, e em perceber meus pequenos erros, nesse, nas outras postagens e creio que vou postar outros!!!
      Ana Beatriz, 1701!!!

      Excluir
  4. ah esqueci Ana Beatriz ou AnaPink tanto faz, mas eu sou Ana Beatriz, 1701

    ResponderExcluir
  5. O que a história do gato de botas, famoso personagem dos contos infantis, revela sobre a Europa de fins da Idade Média? A narrativa gira em torno das aventuras do gato que um pobre moleiro deixa de herança para seu filho caçula. Seguindo suas pegadas, acompanhamos as artimanhas para ajudar seu novo dono, descobrimos ofícios realizados por camponeses e espiamos um pouco da vida dos nobres, “ocupados” com banquetes, cavalgadas e caçadas.
    Como se vê, não faltam nesse conto infantil referências a elementos das sociedades medievais. Nos últimos anos, as relações entre História e Literatura, exploradas em inúmeros estudos e seminários acadêmicos, vêm oferecendo novas possibilidades de trabalho nas salas de aula. Mais do que pura diversão, fábulas, histórias em quadrinhos e outros textos feitos especialmente para as crianças levam os alunos a conhecer épocas e lugares bem diferentes.
    Ao trabalhar com a literatura infantil, os professores se vinculam ao movimento de renovação historiográfica iniciado pela escola francesa dos Anais a partir de 1930. Desde então, as fontes históricas não ficaram mais restritas aos documentos escritos tradicionais, como leis, decretos e relatórios. Pouco a pouco, os pesquisadores foram incorporando registros diversos a seus trabalhos, como pinturas, músicas, diários pessoais, fotografias e romances. Essas fontes deixaram de ser vistas como meras “testemunhas do passado” ou provas do que realmente aconteceu. A preocupação maior passa a ser a de discutir o contexto em que elas foram produzidas.
    Tanto a História como a Literatura são formas narrativas de se conhecer o mundo. Por isso, quanto mais cedo essas disciplinas forem apresentadas às crianças, maior será sua intimidade com elementos como enredo, contexto, personagens, ação e trama, facilitando assim a compreensão dos dramas sociais vividos e da nossa capacidade de interferir neles. Esses recursos também desenvolvem habilidades para a leitura, a escrita e a visão histórica das sociedades.
    Claro que há uma diferença fundamental entre essas duas áreas: enquanto historiadores se baseiam na noção de veracidade, escritores e literatos mantêm-se no terreno da ficção. Mas não será produtivo encarar as coisas de forma tão rígida, opondo verdade e mentira, acontecido e não acontecido. No momento em que se considera a ficção como algo “que não é verdade”, ela se torna um obstáculo para a compreensão da realidade. Ao contrário, é preciso saber observar o quanto de verdade existe na ficção. Em muitos casos, o que aparenta ser simples recurso literário pode representar um costume da época ou um símbolo essencial para a compreensão de algum acontecimento. O importante é localizar, no texto de ficção, situações e características que incitem discussões sobre o período abordado ou o contexto em que a obra foi escrita.
    As fábulas medievais permitem ao aluno se familiarizar com conceitos como cidade, campos, camponeses, castelo, rei, comércio, igreja, impostos, cavaleiros, guerra, guerreiros, povos, ministros, dinastias, casamento, sucessão, etc., que terão utilidade mais adiante, quando ele se defrontar com a disciplina de História.

    ResponderExcluir
  6. (Cont.)
    Por exemplo: tanto em O gato de botas, escrito pelo francês Charles Perrault (1628-1703), quanto em fábulas como “A guardadora de gansos”, recolhida pelos Irmãos Grimm na Alemanha do início do século XIX, e “As roupas novas do Imperador”, do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875), os pobres são sempre retratados exercendo algum ofício. Já os mais ricos não têm uma profissão definida, dedicando-se apenas a passeios, festas e caçadas. Ao destacar esses pontos em comum entre os três contos, pode-se discutir a idéia de que, na Idade Média, “os nobres guerreiam, o clero reza e o povo trabalha”.
    A figura do ladrão, ou do personagem que engana os outros para subir na vida, é também muito comum nas fábulas medievais. Ele está na contramão de histórias como “A Cigarra e a Formiga”, de La Fontaine (1621-1695), que, embora escrita no século XVII, teria grande disseminação após a Revolução Industrial, pela apologia que faz do trabalho.
    Costumes do cotidiano aparecem em todas as narrativas. O que as pessoas comem? Que animais domésticos as rodeiam? Que objetos têm em casa? Que meios de transporte utilizam? Como é o local de moradia? Onde se passam as ações principais e as ações secundárias (no campo, à beira de um rio, no castelo)?
    Um elemento sempre presente nas histórias infantis, e de fundamental importância para a compreensão da vida cotidiana, é a estrutura familiar, a rede de relações consangüíneas na qual cada indivíduo está envolvido. A abordagem da rede familiar envolve, por exemplo, o estudo da figura da madrasta, muito freqüente nos contos infantis. Há, porém, outros graus de parentesco interessantes, em geral acompanhados de características específicas: o primeiro filho, a filha mais velha, a filha mais nova, a função da tia, as funções das mulheres e dos homens, o papel das aias e dos agregados e outras figuras. Ao tratar da estrutura das famílias reais, é interessante se deter no estudo dos casamentos. O rei está sempre preocupado em casar filhos e filhas e garantir descendentes. Isso pode ser aproveitado para o estudo da sucessão dinástica e seus efeitos na História. Inclusive a História do Brasil, como no episódio da União Ibérica (1580-1640). A morte do jovem rei Sebastião de Portugal abriu uma crise sucessória, pois ele não tinha descendentes. O rei espanhol Filipe II reivindicou o trono por ser neto do falecido rei Manuel I, e com isso uniu sob o seu poder os reinos de Portugal e Espanha.
    Os contos de Andersen e dos Irmãos Grimm referem-se a numerosos problemas políticos derivados de casamentos, ou da falta deles, preocupação com os nascimentos e as heranças, intrigas da corte e questões de valores e preconceitos, como em “A roupa nova do imperador” e “O patinho feio”.
    Romances, contos e fábulas – como toda obra de arte – estão repletos de idéias subjetivas, emoções e interpretações dos fatos. Nem por isso devem ser desqualificados por seus supostos “erros históricos”. Mesmo que não sejam documentos históricos tradicionais, ajudam a identificar e compreender elementos culturais, econômicos, sociais e ideológicos de uma época.
    Por meio da contação de histórias, do uso de gravuras e da leitura de pequenos textos, o aluno desenvolve o raciocínio e a descrição mais elaborada de cenários históricos. Mais do que simples obras de arte, as peripécias do gato de botas, da guardadora de gansos, da cigarra e da formiga têm muito a contar sobre a Europa moderna e medieval. E até mesmo sobre os dias de hoje.

    http://www.revistadehistoria.com.br/secao/educacao/o-rei-esta-nu

    Mylena Oggioni Turma:1702

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Mylena,

      Gostei da pesquisa! Poderia ter excluído a parte mais "acadêmica" que fala sobre uso de fontes, Escola dos Annales, mas a pesquisa ficou muito boa. A Revista de História da Biblioteca Nacional (o site que pesquisou) é uma excelente fonte de pesquisa. Sempre que precisar pesquisar algo, passe por lá.

      Beijos.

      Excluir
  7. Branca de neve

    Na história original da Branca de Neve, a “madrasta malvada” (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da Branca de Neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um “beijo de amor”, o Principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da Branca de Neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na Branca de Neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
    Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado, etc. Fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: “pra que tudo isso?”. Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

    Agente viu que o conto acima é muito diferente do ''verdadeiro'',pois na verdade esse é o verdadeiro o que todos nós conhecemos é uma versão infantil...tiveram versões infantil e adulta.
    E porque teriam feitos esses contos?
    A verdade é que esses contos foram inventados por camponeses que viajavam...e foram passando e passando a frente e tudo isso oralmente...até que foi escritas e tempos depois foram passadas pra versão infantil.

    Fonte:http://mobground.net/blog/arquivo-nsn-os-verdadeiros-contos-de-fada

    Aluno:Gabriel Angelo dos Santos Turma:1702

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Gabriel,

      Apesar do texto que você escolheu apresentar um juízo de valor muito grande, inserindo adjetivos como "bizarro", por exemplo, a pesquisa traz algumas versões possíveis para o conto da Branca de Neve, então, certamente a pequisa valeu.
      Interessante como a tradição oral de contar histórias como estas de geração para geração mostram bastante sobre a época que estes homens e mulheres viviam e dos valores que prezavam, não é mesmo?
      Temos, portanto, que tomar cuidado com o anacronismo (transferirmos o "pensamento" e "valores" comuns à nossa época para o passado), visto que se trata de uma outra época, com valores e pensamentos próprios daquele período.

      Abração!

      Excluir
  8. Cinderela

    Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850 AD! Em outras histórias, a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

    Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe. Numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

    Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a Cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes, a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (Cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.

    Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho, mas fazer o que, os caras eram criativos, oras). No final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

    Esses contos eram contados pelos camponeses oralmente na Idade media.Hoje em dia esses contos foram modificados para a versão infantil.
    Se quiserem saber sobre outros contos como(Pequena sereia,joão e maria,Bela adormecida,etc...)visitem esses sites:
    *http://www.pitt.edu/~dash/grimmtales.html
    *http://www.surlalunefairytales.com/index.html
    *http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-66-era-uma-vez-um-nerdcast/

    fonte:http://mobground.net/blog/arquivo-nsn-os-verdadeiros-contos-de-fada

    Aluna:Ligia almeida de carvalho turma:1702

    ResponderExcluir
  9. Ligia,

    Boa pesquisa, porém, mais uma vez, sou obrigada a mencionar mais uma vez a questão do juízo de valor presente na palavra "bizarro" (dê uma olhada na resposta que dei acima, para o Gabriel. As considerações que faço à pesquisa dele, também faço à sua, visto que vocês a retiraram da mesma fonte).

    Abraços!

    ResponderExcluir
  10. Galeeeraaa!!!

    As pesquisas estão ótimas! Parabéns a todos!
    Lembrando que todos estão livres para fazer comentários (construtivos) sobre todas as pesquisas aqui postadas. A ideia é justamente essa! Que possamos criar um diálogo em sala de aula, mas também por aqui...
    E lembrem-se: estes posts estão valendo até o fim do bimestre, então, pesquisem, aprendam, aproveitem!!

    ResponderExcluir
  11. Continuação
    A Branca de Neve
    O conto da Branca de Neve (Schneewittchen), um conto da tradição oral alemã, tendo uma versão bem difundida pelos Irmãos Grimm. Na versão de Walt Disney, a Branca de Neve conta com a ajuda de simpáticos e engraçados sete anões, contudo em algumas versões alemãs desta história não há anões, os quais são substituidos por sete ladrões, em outras versões, os anões não são mineiros, mas ladrões, e existe versões que falam em dragões nessa história e até mesmo de uma irmã da Branca de Neve, chamada Rosa Vermelha. Nessa história também escrita pelos Irmãos Grimm, Branca de Neve é bem diferente da versão tradicional, e as duas irmãs vivem outras aventuras.
    Basicamente na histórias de Branca de Neve a moral gira entorno de uma crítica a vaidade, da inveja, da cobiça, de se ter cuidado com estranhos e com o que eles lhe oferecem (a maçã envenenada personifica isso), da amizade, da união, ambos personificados pelo companheirismo dos sete anões ou dos sete ladrões, etc.
    Se até aqui estes contos pareceram sombrios para alguns saibam que nem todos eram assim, isso dependia também da região e do país, em certos lugares as pessoas preferiam uma história com a temática mais voltada para a comédia e outras para o medo.
    Nome: Juliana nogueira de Souza Turma: 1701 turmo: Manhã

    ResponderExcluir
  12. A Bela Adormecida
    O conto original de A Bela Adormecida (Belle au bois Dormant) foi escrito pelo francês Charles Perrault em 1697 e depois ganhou uma versão dos alemães Irmãos Grimm (com o nome Little Brier-Rose). Mas antes disso, em 1634, o italiano Giambattista Basile havia publicado um conto muito semelhante chamado Sol, Lua e Tália (Sun, Moon, and Talia) que foi a inspiração de Perrault e do conto que conhecemos.
    Uma farpa de linho entra sob a unha da princesa Tália e ela imediatamente cai morta. O rei coloca sua filha em uma cadeira de veludo do palácio, tranca e parte para sempre, pra apagar a lembrança de sua dor.
    Algum tempo depois, outro rei estava por ali caçando e encontra Tália. Ele apaixona-se por sua beleza, mas como não consegue acordá-la, a estupra e vai embora. Nove meses depois Tália dá a luz a gêmeos, Sol e Lua, mas continua adormecida. Um dia um dos bebês não encontra seu seio para mamar e coloca a boca no dedo da mãe e suga. Suga com tanta força, que extrai a farpa e faz despertar.
    Um dia o rei lembra-se de “sua aventura” com Tália e resolve ir visitá-la. A esposa do rei descobre o caso e manda cozinhar as duas crianças e serví-las para o rei. Mas o cozinheiro prepara cabritos no lugar. Depois a rainha manda buscar Tália para lançá-la ao fogo, mas o rei chega e lança a própria esposa no lugar de Tália. Ele casa-se com Tália e vive com ela e seus filhos.
    No conto original ela chamava Tália, na versão de Perrault o nome da princesa era omitido e em 1888, quando Tchaikovsky compôs o balé de A Bela Adormecida, ele nomeou a princesa como Aurora, inspirado pelo nome de sua mãe.
    O filme da Disney foi lançado em 1959 e é baseado na versão de Perrault. A maior parte da trilha sonora do filme são adaptações das canções do balé de Tchaikovsky

    ResponderExcluir
  13. A Cigarra e a Formiga
    Era uma vez uma cigarra que vivia saltitando e cantando pelo bosque, sem se preocupar com o futuro. Esbarrando numa formiguinha, que carregava uma folha pesada, perguntou:

    - Ei, formiguinha, pra que todo esse trabalho? O verão é pra gente aproveitar! O verão é pra gente se divertir!

    - Não, não, não! Nós, formigas, não temos tempo pra diversão. É preciso guardar comida para o inverno.

    Durante o verão, a cigarra continuou se divertindo e passeando por todo o bosque. Quando tinha fome, era só pegar uma folha e comer.

    Um belo dia, passou de novo perto da formiguinha carregando outra pesada folha. A cigarra então aconselhou:

    - Deixa esse trabalho pras outras! Vamos nos divertir. Vamos, formiguinha, vamos cantar! Vamos dançar!

    A formiguinha gostou da sugestão. Ela resolveu ver a vida que a cigarra levava e ficou encantada. Resolveu viver também como sua amiga.

    Mas, no dia seguinte, apareceu a rainha do formigueiro e, ao vê-la divertindo, olhou feio pra ela e ordenou que voltasse ao trabalho. Tinha terminado a vidinha boa.

    Dai, a rainha das formigas falou pra cigarra:

    - Se não mudar de vida, no inverno você há de se arrepender, cigarra! Vai passar fome e frio.

    A cigarra nem ligou, fez uma reverência pra rainha e comentou:

    - Hum!! O inverno ainda está longe, querida!

    Pra cigarra, o que importava era aproveitar a vida, e aproveitar o hoje, sem pensar no amanhã. Pra que construir um abrigo? Pra que armazenar alimento?

    Começou o inverno, e a cigarra começou a tiritar de frio. Sentia seu corpo gelado e não tinha o que comer. Desesperada, foi bater na casa da formiga. Abrindo a porta, a formiga viu na sua frente a cigarra quase morta de frio. Puxou-a pra dentro, agasalhou-a e deu-lhe uma sopa bem quente e deliciosa.

    Naquela hora, apareceu a rainha das formigas que disse à cigarra.

    -No mundo das formigas, todos trabalham e se você quiser ficar conosco, cumpra o seu dever: toque e cante pra nós.

    - A-ha! Pra cigarra e pras formigas, aquele foi o inverno mais feliz das suas vidas.

    ResponderExcluir
  14. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

    ResponderExcluir
  15. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  16. Oi David!

    Antes de mais nada, muito obrigada pela sua visita em nosso blog!

    Gostaria também de parabenizá-lo de antemão pela sua graduação, pela escolha do tema de pesquisa e pela precoce iniciativa de elaborar o seu projeto de TCC sobre um tema tão instigante.

    Bem, apesar de compartilhar do seu fascínio com a Idade Média e em especial, com os contos medievais, a minha área de pesquisa é História Social do Trabalho. Pesquiso trabalhadores em Niterói (minha cidade) nos anos 1940 e 1950 e as suas articulações com a vida urbana e política da antiga capital fluminense. De qualquer maneira, será um prazer auxiliá-lo no que for possível.

    Primeiramente, adorei a escolha do tema! Acho inclusive, que se amadurecê-lo pode levá-lo a um mestrado (os medievalistas não estão propriamente maioria em nosso país e portanto, projetos neste campo são muito bem vindos para os pesquisadores da área que resolverem apostar nele). Mas, como solicitou algumas dicas, vou pontuar abaixo algumas "provocações de pesquisa":

    1º) Sei que ainda está amadurecendo o tema, mas sugiro que em algum momento pense em dar um corpus mais reduzido para a sua pesquisa. Sim, sei que os historiadores que trabalham com as mentalidades buscam ampliar ao máximo o seu corpus de pesquisa por trabalharem com a longa duração. Porém, como ainda se trata de um TCC e não da sua tese (ainda, claro!), sugiro que recorte um local (país, cidade, região) da Europa que possa trabalhar isso.

    2º) Como você pretende trabalhar as remanescências destes contos no tempo presente, como pretende trabalhar isso? Utilizando revistas, jornais, entrevistas, livros, sites? Enfim! Existem algumas fontes em que você pode perceber estas permanências na contemporaneidade... Uma outra possibilidade, é você pesquisar grupos de pesquisa de folcloristas europeus ou até grupos religiosos.

    3º) Quanto à bibliografia, você está no caminho certo. Le Goff é o "papa" dos medievalistas e começar pelos clássicos é fundamental. Além dele, temos o Philippe Ariès, Le Roy Ladurie e até os próprios representantes dos Annales, Marc Bloch e Fernand Braudel. ´Sobre os contos propriamente ditos, Robert Darnton possui este livro "O grande massacre dos gatos" que é muito interessante. Você já leu? No que diz respeito aos pesquisadores brasileiros, temos alguns medievalistas importantíssimos como Ronaldo Vainfas, por exemplo. Para mais informações sobre o medievalismo no Brasil, acesse: www.unisinos.br/revistas/index.php/historia/.../612. (Se não conseguir acessar, aí vai a referência: AMARAL, Ronaldo. O medievalismo no Brasil. Revista Unisinos. setembro-novembro, 2011)

    4º) Pesquisando na internet, me deparei com dois sites: http://www.pem.historia.ufrj.br/arquivo/atas_ivsemana.pdf (referente as atas da IV Semana de Estudos Medievais da UFRJ, que possui vários artigos relacionados à literatura na Idade Média) e http://www.seminariomedieval.com/asfhl.html (referente ao Seminário Literatura, Pensamento e Sociedade, grupo de pesquisadores portugueses que investigam o tema).

    Bem, espero que me desculpe pelos "pitacos" (historiador adora dar pitaco sobre as coisas, como você sabe - rsrs...).

    Espero que algumas das minhas dicas possam ser úteis.

    Visite-nos quando quiser.

    Forte abraço e boa sorte!

    Luciana.





    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Este comentário foi removido pelo autor.

      Excluir
  17. Olá professora,,passando rapidamente para dizer que estou muito empenhado na pesquisa...e pra dizer também que aguardo anciosamente sua resposta sobre meu ultimo post...ahhh...apaguei meu primeiro post pois tinha o tema da minha pesquisa e meu objetivo,,,,e nunca se sabe...preucação nunca é demais,afinal já vi roubos de projetos historicos aconteçerem. Enfim Luciana....aguardo anciosamente mais algumas dicas suas...abraços....

    ResponderExcluir
  18. David,

    Antes de mais nada, peço que me desculpe a demora deste post. Estou em um período excessivamente atarefado, por isso o atraso da minha "réplica". Me desculpe, mais uma vez.

    Nossa! Acho que avançou muito no que diz respeito à delimitação do seu objeto. Acho que você está indo por um caminho bastante profícuo, ainda que considere que você precise "recortar" ainda mais os contos de Grimm e do Perrault, escolhendo apenas alguns (e justificando a sua escolha - claro).

    Quanto aos livros que pretende comprar acho que todos estão disponíveis on line. O link do "Grande massacre dos gatos" está inclusive, disponível neste blog (no topo da página, dê só uma olhada). É claro que comprar livros é muito bom e ao meu ver, nada substitui aquele cheirinho de livro novo, o manusear das páginas, os rabiscos que fazemos (eu tenho este hábito, escrevo no livro todo), mas como livros em nosso país é muito caro e a "maré não está para peixe" para a maioria, sugiro que você priorize outros livros que fazem parte da sua bibliografia básica e não estão disponíveis na internet.

    Sobre a bibliografia que encontrou na biblioteca da sua faculdade, achei interessantíssimo o livro sobre a repercussão dos contos medievais no folclore brasileiro. O autor/ autora pode ter percorrido um caminho de análise que você pode se inspirar para fazer a sua. Só fique atento à data da publicação. Se for um livro dos anos 1960/70, por exemplo, você precisa atentar para o debate histórico da época, que certamente influenciou o autor. Não é que você não deva usá-lo. Muitos livros de 3, 4, 5 décadas atrás são referências fundamentais da historiografia até hoje. Apenas estou atentando para a necessidade de você, como bom historiador, contextualizar as suas fontes bem como a sua bibliografia.

    O livro do Lynn Hunt é fundamental para você, principalmente se optar por uma interpretação mais voltada para os preceitos da História Cultural (na qual Foucault se aplica como uma "luva").Já Bakhtin está mais ligado à tradição marxista. Hoje em dia, tem alguns pesquisadores que misturam estes referenciais, mas tem gente que critica. Acho que na graduação, é mais seguro que você opte por uma linha e a siga, buscando referenciais teóricos correlatos. É claro que para isso, você precisa conhecer estas linhas de pensamento. E é isso que está fazendo, não é mesmo?
    Se quiser adentrar os meandros da discussão de cultura popular se prepare: tem muita gente que escreve sobre isso, apoiando, criticando, resignificando... É claro que para a monografia voc~e pode fazer apenas uma discussão superficial e deixar para aprofundar na pós. Mas, é sempre bom fazer uma notinha dizendo que você está ciente da polêmica em torno do conceito.

    Quanto aos "método de dispersão do Foucault", sinceramente, não conheço. Mas, creio que deva ser um bom método. Afinal, é Foucault, não é mesmo? Mas já que pediu uma indicação... Você conhece Carlo Ginzburg? Autor de "O queijo e os vermes" e "Mitos, emblemas e sinais"? Bem, este autor (que é medievalista) desenvolveu o chamado "paradigma indiciário" que acho que pode ser muito útil a você. Ah! Ele também é mais ligado à esta linha de História Cultura.

    Bem, David. Acho que é isso. Desejo a você um bom trabalho e muito boa sorte nesta empreitada.

    Forte abraço!

    ResponderExcluir
  19. Luciana...como fico grato por suas orientações..Você não tem ideía como tem me ajudado...Na realidade, o método de Foucault é aquele referente aos DISCURSOS...que criam uma rede discursiva e que tem que desdobrar pra descobrir quem os produziu...acho que é a MICROFISICA DO PODER(algo, assim, pois ainda estou me aprofundado).

    Sobre o conceito de Cultura Popular, já havia reçebido algumas dicas sobre as diversas discussões que há sobre o tema, se o conceito de Cultura já é tema de "discussoes teoricas", imagine cultura popular. Mas seguirei sua dica e não aprofundarei tanto nessa discussão.

    Em relação a delimitação dos Contos, como um dos meus objetivos especificos é EXPLICITAR OS CONTOS MAIS POPULARES NO OCIDENTE, poderia então, selecionar os mais conheçidos, tais como, CHAPEUZINHO VEREMELHO, BRANCA DE NEVE, CINDERELA, PEQUENO POLEGAR, JOAO E MARIA(dentre outros). Pois são os mais difundidos aqui no Ocidente(lembrando que todos tem um fundo histórico). E voltando a questão do OCIDENTE, já eliminei da minha pesquisa, pois como é uma monografia tornaria-se então DEUS E SUA OBRA, e não terei tempo de fazer algo tão extenso( me arriscarei em por Ocidente, talvez, na minha tese de mestrado).

    A respeito do Ginzburg, minha professora me falou dele, ela vai me emprestar O queijo e os vermes, ela falou que a respeito do método eu poderia trabalhar com ele também, apesar do Foucault ela achar mais viavel para mim. Porém ela disse que o projeto é meu, e no 5º periodo, eu escolherei qual será o metodo que achar mais conveniente.

    Luciana, já terminei meu pré projeto e fiz minha metodologia, inclui nela como autores que me ajudarama a pensar, Robert Darton,Clifford Geertz, Foucault e Fernand Braudel com o a história de longa duração. A professora adorou, e me parabenizou por ser o primeiro a entregar com um mes de antecedênçia do dia marcado. Pediu pra ela me orientar e ela disse que SIM, pois ela acha meu tema muito bom e desafiador.

    Então, como terei que entregar pra minha orientadora a introdução do meu TCC so ano que vem(junho, eu acho), AINDA HÁ TEMPO, e aproveitarei pra reunir o maximo de fontes possiveis e me cercar delas. Aproveitarei minhas férias do trabalho pra mergulhar nas fontes,sei que são pequenos sacrificios que serão recompensados brevemente.

    Enfim professora Luciana, meu TCC,tem tudo pra ser um successo, te agradeço por tudo, e posteriormente( se possivel. é claro) te pedirei mais orientações. Obrigado por me deixar dividir minha felicidade com você....

    Do seu amigo e futuro Historiador......David Sales

    ResponderExcluir